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Criolipólise funciona?

Publicado em 25 de julho de 2017

Por Rafael Ferreira

Quem é que não odeia gordura localizada, não é mesmo? E se fosse possível perder ela com pouco esforço, em até 90 dias? Seria um sonho? Saiba que isso é real e pode ser alcançado por você! Entenda nesse post como é essa técnica, e se ela funciona. Chega mais!

O que é a criolipólise

Ela é um stress fisiológico causado através do frio. Ela foi descoberta em estudos feitos em Harvard, nos EUA. Observacões na população perceberam que crianças que chupavam picolé tinham as bochechas mais finas. Estudos então foram desenvolvidos e descobriram que o frio era o responsável por não permitir que o corpo acumulasse gordura naquela região, criando até mesmo covinhas.

Mesmo a gordura sendo um armazenamento de energia, ela danifica a célula onde se instaura. Sendo assim, quando você gela essa célula, aumenta-se o nível de TNF Alfa, que é o mensageiro da célula, informando a hora dela morrer.

O frio faz a célula de gordura se autodestruir. Porém, como ela está debaixo da pele, é necessário que o frio alcance a profundidade necessária, através de uma boa exposição de tempo e temperatura.

Tempo de tratamento

Para que os efeitos sejam práticos, recomendamos que cada sessão tenha de 50 a 60 minutos. Esse tempo é necessário para que o frio consiga ultrapassar a pele e as camadas dela, alcançando de fato as células de gordura.

Além disso, as sessões costumam dar resultado após cerca de 30 dias.


Confira também: Tratamento estético com laser


Triângulo da criolipólise

Conforme gostamos de falar, existe um triângulo para alcançar os resultados máximos nas criolipólise: um bom profissional, um bom equipamento, e uma boa manta de proteção.

É a manta de proteção que impede as queimaduras na superfície da pele, garantindo a ida do frio até o lugar certo. Por isso é bom ter certeza que a manta tem registro da ANVISA e certidão de qualidade. Procure por isso!

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Procedimento na prática

O primeiro ponto necessário é a avaliação. Se a pessoa realmente precisa do tratamento, é hora de inicia-lo. Se não, existem outras técnicas, que já citamos em nosso canal.

O segundo passo é procurar a área para acoplagem do equipamento. Como existem diferentes acoplagens para cada equipamento, é necessário encontrar a região onde terá que ser feito o tratamento primeiramente.

Achando a área, nunca se esqueça da película de tratamento. Ela precisa ser liberada pela ANVISA e ter certidão de regularidade. Como ela possui o fluído criostático, e ele que impedirá o congelamento da pele ao longo do tratamento.

Figura 1 - Película é um ponto de extrema importância

Figura 1 – Película é um ponto de extrema importância

Feito isso, o último passo é o de iniciar o processo de sucção através do acomplamento do cabeçote. O procedimento pode ser melhor visto no vídeo disponível aqui.

Figura 2 - Processo de sucção ocorrendo

Figura 2 – Processo de sucção ocorrendo

Cuidados adicionais

É sempre bom, durante a sessão, checar se não há dobras na película, ou mesmo aberturas, pois isso pode congelar a pele do paciente. Tenha também películas maiores que o cabeçote, para atuar como rebarba.

Em alguns casos é necessário mais de uma película devido a temperatura. Se informe! Não se esqueça que elas são descartáveis e que o uso é único.

Se for realizar tratamentos combinados, opte por aqueles que já foram comprovados na literatura e estudos científicos, como onda de choque e laserlipólise.

Finalizando a sessão

Como a pele estará avermelhada pelo frio e vácuo, estudos indicam que uma massagem é válida, para promover a oxigenação do tecido.Faça isso!

Gostou desse texto? Temos a versão em vídeo dele no fim da postagem, e queremos continuar fazendo vídeos assim. Diga para nós o que achou através dos comentários!


Clique na foto para assistir o vídeo:

videocriolipolise

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Por: Danilo Soares –  Montt